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ART SHOW

SANGUE NOS OLHOS

obra de arte com autorretrato da Rosa Luz, uma foto pintura onde o vermelho remete à olhos com sangue.

"Sangue nos olhos" é a exposição inaugural do PFS, onde Rosa Luz aprofunda sua investigação sobre o valor da vida e da arte produzida nas margens.

Suas obras são manifestos visuais que exigem não apenas espaço, mas o protagonismo da estética de quebrada no cenário contemporâneo. ​​​​

​​Com uma trajetória marcada pela interseccionalidade, Rosa utiliza sua vivência como mulher trans e periférica para questionar as estruturas de poder do mercado da arte e a invisibilidade de corpos dissidentes.​​

Através do PFS, ela lidera um movimento de autonomia cultural, transformando a vivência em São Miguel Paulista em uma linguagem artística de alcance global.

ATO 01: O PROTOCOLO (2025)

Fotografias em preto e branco feito pela artista Rosa Luz, com pessoas negras sem rosto.
obras de arte da Rosa Luz deitada na frente de locais importantes: a Universidade do Cariri e o Museu do Couro.
obra de arte em preto e brando, da artista Rosa Luz dentro de uma lata de lixo com a palavra JESUS escrita na parede ao fundo

O primeiro momento da exposição marcou a fundação do PFS na União de Vila Nova, estabelecendo o corpo como território de denúncia através de registros viscerais que confrontam o olhar do "centro" e reivindicam a autovalorização da produção artística periférica.

Fotografias preto e branco da artista Rosa Luz dentro da galeria do Pantanal Favela Studio
Vista panorâmica da exposição SANGUE NOS OLHOS, da artista Rosa Luz

ATO 2: O TRANSBORDAMENTO (2026) 

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No segundo ato, a artista Rosa Luz ocupa o PFS para subverter o que o tempo tentou paralisar. Revisitando obras de uma década atrás, a tinta agora transborda as molduras. O vermelho que pulsa escorre pelas paredes do ateliê como um rastro de quem se recusa a ser invisível frente ao silenciamento estrutural da branquitude e as limitações do cis-tema.​

​​É o encontro da nossa história com a urgência da carne e nós ocupamos este espaço com a mesma pele que a sociedade tenta esconder, mas não consegue parar de desejar.

“AQUI, A ARTE NÃO PEDE LICENÇA,

ELA REDEFINE O CENTRO.”

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Rosa Luz (1995) é artista visual, comunicadora e cofundadora do Pantanal Favela Studio. Sua prática artística atravessa as fronteiras entre o corpo, o território e a identidade, utilizando a imagem como uma ferramenta de denúncia e ressignificação.

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