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REDE PFS
CÁSSIO CAJU

Cássio Caju é educador social, articulador cultural e criador de projetos socioeducativos na zona leste de São Paulo. Sua prática se desenvolve há mais de 8 anos em territórios de alta vulnerabilidade social, onde atua com crianças, adolescentes e comunidades a partir da educação como ferramenta de transformação, autonomia e construção coletiva.

Sua trajetória articula educação, arte, tecnologia e território, desenvolvendo projetos que atravessam cultura maker, audiovisual, fotografia, mediação de leitura, programação, sustentabilidade e práticas antirracistas. Integra o Coletivo AOTA – Núcleo de Pesquisa e Criação Audiovisual, atuando na formação e criação de roteiros para cinema e documentário, além de ter participado de iniciativas culturais e ocupações urbanas que tensionam o uso do espaço público através da arte.

Como arte-educador e fotógrafo, investiga a imagem como ferramenta de fortalecimento de identidade, pertencimento e autoestima, especialmente em contextos periféricos. Também é fundador do projeto Recriart, iniciativa de moda circular e upcycling que conecta arte, economia criativa e sustentabilidade.

Sua prática propõe caminhos onde educação e arte não se separam, operando como tecnologias de transformação social, produção de narrativa e reimaginação de futuros possíveis nas quebradas.

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Título: Eles só querem ser criança

Ano: 2025
Técnica: Fotografia digital,

Suporte: Papel Fine Art


Dimensões: 29.7CM x 42CM

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Título: Tá vendo o piscinão?

Ano: 2026 Técnica: Fotografia digital

Impressão: Fine Art


Dimensões: 21 × 29,7 cm (A4)

Captado na comunidade do Jardim Lapena, em São Miguel Paulista, as obras de Cássio Caju constroem uma narrativa contínua sobre infância, território e futuro na periferia. Em “Tá vendo o piscinão?”, o gesto de caminhar — entre dois corpos em deslocamento — aponta para um horizonte de possibilidade, onde a esperança se projeta mesmo quando ainda não é visível.

 

Já em “Eles só querem ser criança”, o corpo infantil se recolhe, ocultando o rosto e evidenciando a tensão entre proteção e apagamento, entre existência e invisibilidade social. Se uma imagem se orienta pelo movimento e pela imaginação do que pode vir, a outra nos confronta com as marcas do presente que interrompem ou limitam essa travessia. Juntas, as obras tensionam o tempo da infância na quebrada: entre o direito de sonhar e a urgência de sobreviver, revelando que crescer, aqui, é sempre um processo atravessado por desigualdades — mas também por vínculos, resistência e fabulação coletiva de futuro.

Quer adquirir o trabalho de Nina Vieira?

Entre em contato no pantanalfavelastudio@gmail.com

 

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